
Coloco um barrete para aprender a escrever melhor. Para o sorriso se espalhar para meu interior e a tristeza para os ricos e bem aventurados e pobres em o espírito. Quem sabe? Quem sabe, dará certo e aquele buraco na agulha bastará para aconchegar o camelo com compaixão e dignidade, e ouviremos o seu blaterar com os demais, para se alinharem em cáfila. Em Bordéis, Bordéus ou Bornéu. Quem sabe?
Histórias Possíveis n.45. Com mais uma tentativa, agora na Índia, em um esforço de reportagem.
"El oro és mi amante y mi amado..."
ResponderExcluirSua criatividade, seu lirismo, sua objetividade.
Está tudo ai em seu texto.
Abraços
Luiz Ramos
Cada «fragmento» participa intensa e claramente do todo, uma vezes como «amostra» de um universo, outras vezes como elo de uma corrente de transmissão, mantendo como núcleo agregador de significados e de unidade, a vida, em sua efemeridade flamejante que tem os corpos como combustível.
ResponderExcluirÉ um grande prazer ler a sua escrita, impregnada de sábios distanciamentos do narrador relativamente ao narrado.
Abraço.
E ese é o segredo de sua escrita. Observar e escutar com sabedoria. Porisso também leio voce e te escuto nos detalhes.
ResponderExcluirbeijos
Djabal,
ResponderExcluirSeria a crença, a religião, o costume, uma explicação, um estado de beatitude elaborada para o "chanti"...como um artefato pré-frabricado de inestimável valor (de venda) o memorial das iluminadas almas? É tudo muito estranho! Ou somos nós?
O texto é de mestre, parabéns pela publicação no "Histórias possíveis".
beijos
Sensacional, como sempre!!!! Visualizei seus personagens com riqueza de detalhes. Viajei pela India e seus mistérios. Um filme, eu diria . Like “Once”. rs O fundo musical vc escolherá com o talento que você tem... e de sobra. Está feita a sugestão. Os honorários da direção não serão cobrados diante do já previsto sucesso da obra.rs
ResponderExcluirUm beijo, amigo. Mais uma gargalhada ...e das boas.Pode dar.
E.T. Onde posso comprar um barrete ? rs
Culturas, elas nos fazem/
ResponderExcluirNos servem café e pães/
Bancos de estação que são/
descansos uteis para sobreviver/
Desfaço-me de bagagens/
nem sempre, um mérito/
Pois a ambivalência é erege/
mas persegue onde se está.
Tiveste sucesso como repórter.
Visualizamos a cenas, hilárias, densas de connteúdo.
A temática amor/paixão que dilacera a alma por outro humano ou por dinheiro, faz do humano um transuente que porta em si o tragicômico. Mas o que ele hpa de fazer quando cuntinua sendo humano e procurando vias para sua paz.
Mui bela la introducion.
Besitos y parabéns por más ese texto publicado
Parabéns pelos seus textos, que são sempre cheios de inteligência e criatividade. =)
ResponderExcluirUma boa semana,
beijos!
Mestre e amigo Djabal um abraço. Ao ler teus textos sinto-me agraciado por estar entre teus leitores.
ResponderExcluirDjabal,
ResponderExcluirVocê tem estilo, eu gosto muito disso. Hoje em dia, já sei te identificar no meio de muitos.
Seus textos têm muito sentimento e as histórias... sempre fantásticas!
Parabéns
Grande beijo
Sua fã
LK
"Trabalhava com alegria, como se estivesse brincando" - esse é o segredo.
ResponderExcluir"Buscava a minha paz (chanti)" - às vezes ela só vem através de um chianti.
"... incentivando a doação do peso que carregava para encontrar o caminho da felicidade, sempre mirando o céu". Espetacular revelação e o que ela implica. Definitivamente, não é desse peso material que precisamos nos livrar para alcançar o céu (a paz), antes ou depois da morte.
Delícia de texto, parabéns!
Beijo, meu amigo Djabal!
Meu amigo,
ResponderExcluiraprendi cinco verdades essenciais com a tua "Anatomia":
1. Trabalhar com alegria
2. Abrir suaves sorrisos para iníciar diálogo
3. Buscar a paz
4. Despojar-se do inútil
5. Ouvir o som das palavras
Obrigada.
1 Bj*
Luísa
Lá está, amigo e mentor: é outro dos tais filmes que acredito escreves na cabeça do teu leitor. Esse numa co-produção HP & Bollywood. Grande busca da diferença entre a pequenez e a simplicidade, Djabal.
ResponderExcluirCuriosamente, a Luísa e eu andámos a postar algo nessa mesma sintonia.
Carinho,
renato